Óleo e gás é o setor com a normatização mais fechada entre os que a RTA atende. Não basta o equipamento funcionar: ele precisa ser aceito por norma antes de entrar em campo.
As normas que decidem a compra
Duas famílias pesam:
- Normas Petrobras — N-2760, N-332, N-2841 e N-1735 definem construção, ensaio e documentação de sistemas de energia. Fornecedor sem produto aderente não passa da qualificação.
- Área classificada — a série ABNT NBR IEC 60079 rege equipamento em atmosfera explosiva, com as zonas 0, 1 e 2 conforme a probabilidade de a mistura inflamável estar presente. Cada equipamento instalado ali carrega uma marcação Ex que diz exatamente para qual risco ele foi projetado.
Na prática isso significa que o painel elétrico de uma refinaria ou plataforma raramente é de catálogo: grau de proteção, material do invólucro, ventilação e certificação vêm da zona onde ele vai ficar.
O problema elétrico típico: geração própria e distância
Refinaria, terminal e plataforma costumam operar com geração própria, e gerador varia frequência sob degrau de carga — comportamento que a rede da concessionária não tem. Somando a isso a distância entre a subestação e o ponto de consumo, o resultado é uma alimentação que oscila em tensão e em frequência ao mesmo tempo. Equipamento de instrumentação e sistema de segurança não toleram nenhuma das duas.
Onde a RTA já está
A RTA mantém CRCC Petrobras e tem certificado para 500 kVA. O caso público do setor é o fornecimento para a Usina Termelétrica Baixada Fluminense, em Seropédica (RJ). Odebrecht/CITEPE também aparecem entre os atestados técnicos.
Estes ambientes requerem:
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Telefone: (11) 2171-3244
WhatsApp: (11) 95302-5648
Email: rta@rta.com.br
Endereço:
Rua Santa Mônica, 651
Parque Industrial San José
Cotia – São Paulo – CEP 06715-865